
O sino da igreja toca anunciando que são 18:00 horas, a brisa bate de forma suave e fria no 13º andar do prédio, e de longe nas marginais correm os carros, correm as pessoas, e a vida continua.
E fico parada a tentar entender porquês, fazer planos, observar, observar e observar.
Saberei que no futuro isso apenas será uma doce lembrança, e assim são as lembranças, doces lembranças do presente futuro, doces e amargas lembranças...

